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quarta-feira, 17 de julho de 2013

Deputado entra na Justiça pedindo desbloqueio de dinheiro da Telexfree




O deputado Walter Prado (PEN) entrou na briga pelos investidores da Telexfree, em Tarauacá, no Acre, segundo reportagem de Ray Melo, do ac24Horas. De acordo com o relato, o deputado contratou uma banca de advogados para entrar com uma ação pedindo que a Justiça libere o dinheiro para que os investidores do município sejam ressarcidos com os valores que aplicaram na Telexfree. “Questão na Justiça se resolve com outra ação judicial. Discursos não vão solucionar este problema”, dise Walter Prado, conforme o ac24Horas. A reportagem informa que o deputado defende o desbloqueio do dinheiro e o ressarcimento de investidores que aplicaram todas as suas economias na Telexfree, e estariam passando sérias dificuldades financeiras. “Em Tarauacá, muitas pessoas aplicaram até R$ 34 mil, mas não chegaram a receber nenhuma parcela de retorno, antes de a empresa ser impedida de continuar sua atividades. Nada seria mais justo que a própria Justiça fazer a devolução do dinheiro que está nas contas da Telexfree”, enfatiza o deputado. (Tribuna da Bahia)

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Após Telexfree, agora o BBBom é bloqueado

Investidores da TelexFree estão migrando para a BBom

A BBom teve as contas bloqueadas pela Justiça Federal por suspeita de ser uma pirâmide financeira. A empresa, que tem cerca de 300 mil associados, é a segunda a ter as transações financeiras suspensas por esse motivo nas últimas 3 semanas.
A decisão atinge as contas da Embrasystem, que usa os nomes fantasias BBom e Unepxmil, e da BBrasil Organizações e Métodos LTDA, bem como os bens dos sócios proprietários de ambas.
Em entrevista ao iG , o diretor da BBom, Ednaldo Bispo, afirma não ter tido ainda acesso à decisão, mas nega irregularidades e diz que os pagamentos da empresa aos seus associados continuam normalmente. “Eu penso que o nosso modelo [ de negócios ] não foi devidamente esclarecido.
E eu até entendo a posição da Justiça. A gente não gosta, mas entende”, afirma Bispo. “Vai ser a grande oportunidade de mostrar como [ a empresa ] funciona.” A BBom informa ser o braço da Embrasystem que comercializa produtos e serviços oferecidos pela empresa por meio de marketing multinível – um modelo de varejo que premia os vendedores que atraem outros vendedores para a rede.
O principal serviço, segundo Bispo, é o de rastreamento de veículos. A juíza susbstituta da 4ª Vara Federal de Goiânia, Luciana Laurenti Gheller, porém, considerou que os pagamentos feitos a cada participante da rede “depende exclusivamente do recrutamento feito por ele de novos associados”, de acordo com nota divulgada no site do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).
A BBom cobra dos revendedores taxas de adesão que variam de R$ 600 a R$ 3 mil. A juíza também apontou como evidência o fato de que a Embrasystem não tem autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para comercializar os rastreadores de automóveis.
O diretor da empresa afirma que os equipamentos são homologados. “A empresa que presta o serviço de monitoramento não precisa de homologação, mas o equipamento, sim. Nós temos todas as homologações [do rastreador] feitas diretamente no fabricante.”
( IG )