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quarta-feira, 9 de julho de 2014

Brasil quer atrair investimento russo para ferrovias



Em 2014, diversos leilões de ferrovias brasileiras serão abertos e o governo quer atrair a Rússia para investir nos mesmos. A visita do presidente russo, Vladimir Putin, ao país será o momento ideal para consolidar o tratamento preferencial de investimentos entre os dois países. As dificuldades enfrentadas pelo Brasil para atrair investimentos privados nacionais para as ferrovias seria um dos motivos da busca ativa pelas empresas dos parceiros nos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Além da Rússia, a China também já mostrou interesse nesse mercado.
 As informações são do Bahia Notícias.

terça-feira, 1 de abril de 2014

FIOL: Sindicato anuncia greve



Não foi por falta de aviso. Trabalhadores da Valec que executam as obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) anunciam que estão parando, por tempo indeterminado, em adesão ao movimento nacional dos trabalhadores em empresas de transportes ferroviário e metroviário. A decisão foi tomada em assembleias nas bases sindicais de Ilhéus, Jequié e Brumado. Segundo o sindicato da a decisão veio depois que empresa negou o acordo coletivo, segundo a entidade, aprovado em fevereiro. A categoria reivindica reajuste salarial de 2,5%, cumprimento do plano de cargos e salários, a aquisição de suprimentos básicos de escritório e equipamentos de segurança do trabalho, além da contratação de plano de saúde e seguro de vida. No ano passado, os trabalhadores da Fiol entraram em greve por aproximadamente um mês, de março a abril. Após o movimento, a classe conquistou jornada de trabalho de 44h e horas extras remuneradas com adicional de 50% de segunda à sexta-feira.

(Jequié e Região)

quinta-feira, 27 de março de 2014

Ibama atesta viabilidade ambiental do complexo Porto Sul



O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) confirmou a viabilidade ambiental da implantação no complexo Porto Sul no distrito de Aritaguá, em Ilhéus, no sul baiano, que integrará os terminais de Utilização Privada (TUP) do Estado e da Bahia Mineração (Bamin). O órgão avaliou que o governo da Bahia realizou de forma eficiente os procedimentos legais necessários para o empreendimento. Uma lista de informações complementares relacionadas a 21 questões sobre as duas últimas audiências públicas realizadas em dezembro de 2013 em Ilhéus e Itabuna, foi encaminhada ao Ibama, assim como respostas a demandas do Ministério Público. A partir do aval do órgão, para conseguir a Licença de Instalação, o governo deve entregar os 38 Programas Básicos Ambientais (PBA’S), que já estão sendo executados. 

(Bahia Notícias)

quarta-feira, 26 de março de 2014

Trecho da Fiol ficará pronto até 2015


O trecho da Ferrovia da Integração Oeste-Leste que ligará Ilhéus a Caetité, no sudoeste da Bahia, deve ser o primeiro a ficar pronto. A previsão é de que o trecho esteja em funcionamento no até o final de 2015.
São cinco lotes nesse trecho, sendo que o primeiro vai de Ilhéus a Itagibá, com 125 quilômetros. Para construir esse trecho da ferrovia estão sendo investidos R$ 607 milhões.
Esse trecho de ferrovia passa pelos municípios de Uruçuca, Aurelino Leal, Gongogi e Ubaitaba. A ferrovia ligará o sul da Bahia ao estado do Tocantins, com extensão de 1.500 quilômetros.
Estão previstos investimentos de R$ 6 bilhões. A ferrovia vai facilitar o escoamento de grãos e minério de ferro pelo Porto Sul, que será construído em Aritaguá, em Ilhéus, e deve custar R$ 5,6 bilhões.

( A Região)

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Ipiaú: Retomada de obras da Fiol na região deve acontecer em março


Publicidade da obra que irá atravessar o Distrito de Japumirim
A construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), uma das maiores obras de infraestrutura e logística em andamento no país, apresenta evolução física avançada em trechos importantes do traçado em território baiano. Conforme o cronograma, as primeiras etapas (lotes 2, 3 e 4) serão entregues no final de 2014. Com a retomada do lote 1, extensão e 125km e que passa pelos municípios de Itagibá, Gongogi, Aurelino Leal, Uruçuca e Ilhéus, e início das obras nos lotes 5 e 5A ainda neste mês, a previsão é que os trabalhos sejam acelerados para a conclusão no prazo, que vai até 2015. O canteiro de obras do Lote 1 fica localizado no município de Barra do Rocha. Com a retomada dos serviços, centenas de vagas de emprego devem ser preenchidas. Com 1527 quilômetros de extensão, a ferrovia vai ligar Figueirópolis, no estado do Tocantins, ao Porto Sul, no município baiano de Ilhéus. A intervenção deve funcionar em 2016, contando com apoio do Governo do Estado e investimentos do governo federal estimados em R$ 6 bilhões. A assinatura dos contratos entre o Ministério dos Transportes e os consórcios construtores, firmada no início do mês, autorizou a retomada nas obras na região de Ilhéus, onde a Fiol se integrará ao Porto Sul. O contrato no valor de R$ 608 milhões tem prazo de conclusão de 22 meses.
(Giro em Ipiaú)

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Obras da Fiol transformam o cenário do sertão de Jequié





Continuam as obras de construção da Ferrovia da Integração Oeste-Leste (Fiol), Lote 2, transformando o cenário do sertão de Jequié, conforme pode ser visto nas imagens abaixo publicadas por André Souza em rede social.
(Jequié e Região)

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Valec licita trilhos para ferrovia na Bahia



A Valec lançou, nesta segunda-feira, uma nova licitação para a compra de trilhos que serão usados na construção do trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste na Bahia. O pregão está marcado para o dia 18 de setembro.
O tipo de licitação será por menor preço global por lote. São 147 mil toneladas de trilhos para os trechos entre Ilhéus e Barreiras, no oeste baiano. A licitação foi dividida em cinco lotes que compreendem 1.100 quilômetros.
O valor total da compra é de R$ 559 milhões. De acordo com o secretário estadual da Casa Civil, Rui Costa, a licitação é essencial para que a ferrovia avance, saindo do ponto crítico da obra.
Em julho, a Ferrovia de Integração Oeste-Leste teve dois lotes liberados pelo Ibama. A concessão de licença contemplou a construção de uma ponte sobre o Rio São Francisco e o trecho entre Caetité a Bom Jesus da Lapa.
( A REGIÃO)

Dilma pode terminar mandato sem inaugurar nenhum trecho de ferrovia Oeste-Leste




Neste 2 de agosto, dois dias depois da data marcada para a inauguração do que nunca existiu fora da garganta do ex-presidente Lula, a ferrovia Oeste-Leste não tem sequer um metro de trilho instalado. Uma reportagem publicada pelo Valor Econômico nesta quinta-feira, revela que “nos primeiros 500 quilômetros do traçado, que ligam Barreiras a Caetité, a ferrovia praticamente não existe”.

Segundo o jornal, embora todos os lotes do primeiro trecho tenham empreiteiras contratadas desde 2010, o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou a paralisação das obras depois de constatar “estudos ambientais capengas e projetos de engenharia que não paravam de pé”. No trecho entre Caetité e Ilhéus, embora as empreiteiras tenham retomando os trabalho, só 21,5 % do total previsto foi concluído.

Diante do fiasco, o governo empurrou a entrega do trecho Caetité-Ilhéus para dezembro de 2014 e, entre Barreiras e Caetité, para o fim de 2015. A reportagem ressalva, entretanto, que tanto engenheiros quanto o governo baiano não acreditam no novo cronograma. “Sabemos das dificuldades”, confessou ao Valor Eracy Lafuente, coordenador de acompanhamento de políticas de infraestrutura do governo da Bahia. “A promessa de entregar o trecho de Ilhéus até o fim de 2014 está muito apertada. Do jeito que a obra está, só sai mesmo em meados de 2015″.

Caso a previsão se concretize, Dilma Rousseff conseguirá a façanha de terminar o seu governo sem inaugurar nenhum trecho de ferrovia. E o Brasil real, ao contrário do Brasil Maravilha, continuará com uma malha rodoviária em frangalhos, sem hidrovias e sem ferrovias.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Fiol, que devia ser inaugurada neste mês, só conseguiu atingir 21,5 % do total das obras

Provavelmente poucos se recordam, mas devia ter acontecido na terça-feira, 30/07/13, a cerimônia de inauguração da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), estrada de ferro anunciada pelo ex-presidente Lula, em 2010, para transformar a Bahia no novo corredor ferroviário de exportação do Brasil. O blog www.jequieeregiao.com.brobteve informações dando conta que a reportagem do jornal Valor Econômico percorreu todo o percurso de 1.022 quilômetros de onde deveria estar a ferrovia e constatou que "não há nem um metro de trilho instalado" e que nos primeiros 500 quilômetros, que ligam Barreiras a Caetité "a ferrovia praticamente não existe". O resultado das obras representa mais um fracasso do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), iniciativa do governo federal tão divulgada pelo governo do estado, em especial pelo governador Jaques Wagner. Certo é que obras da Fiol ainda estão distantes do dia em que os trens finalmente poderão rodar em seu traçado. A Fiol, orçada em R$ 4,3 bilhões, é uma obra federal coordenada pela estatal Valec. Todos os lotes do primeiro trecho da ferrovia têm empreiteiras contratadas desde 2010. A execução das obras, no entanto, nunca aconteceu, porque, segundo o jornal, o empreendimento mergulhou num poço de complicações sem fim. E continuou: A Fiol cometeu erro que tem punido com rigor a maior parte dos empreendimentos de infraestrutura do país: se baseou em estudos ambientais capengas e projetos de engenharia que não paravam de pé, uma receita infalível para transformar a ferrovia em estudo de caso dentro do Tribunal de Contas da União (TCU). Bastaram algumas auditorias para o tribunal alertar que quase tudo estava errado. O resultado é que, desde 2011, uma medida cautelar do órgão de fiscalização impede o avanço de frente de obras ao longo de todo o trecho oeste da ferrovia.

REGIÃO DE JEQUIÉ

A situação não é tão animadora do lado leste, entre Caetité e Ilhéus, passando por Jequié. Depois de quase dois anos de paralisação, a Valec finalmente conseguiu destravar as obras nessa segunda etapa de 500 quilômetros, dividida em quatro lotes. As empreiteiras foram mobilizadas e, desde janeiro, estão retomando as operações nos canteiros de obras. O avanço físico desse traçado, porém, só conseguiu atingir 21,5% do total previsto até agora. Esse número é puxado, principalmente, pelas ações de pavimentação e de liberação do traçado, já que ainda não há trilhos disponíveis para instalação na ferrovia. Com o avanço do trecho, descobrem-se novos problemas. Nos 118 quilômetros de extensão do lote 2, na região de Jequié, 90% do traçado está sendo aberto em pedra bruta, nas encostas das montanhas da região.Todos os dias, caminhões chegam ao local lotados de dinamite, material que é usado para explodir as pedras encontradas pelo caminho. Para evitar complicações com desapropriação neste lote, decidiu-se recentemente que o melhor a ser feito é construir um novo túnel de 700 metros de extensão. A obra acabou de ser contratada.
No lote 1, que liga a ferrovia a Ilhéus, a situação está mais complicada. Os estudos contratados pela Valec não entregaram todas as sondagens de solo que deveriam, uma brecha para que empreiteiras apresentem mais pedidos de aditivos, caso encontre dificuldades que não estavam previstas. O TCU detectou o problema e pediu que a Valec realizasse 340 sondagens complementares para atestar exatamente que tipo de solo encontrará pela frente. A Valec só conseguiu realizar, até agora, 40 dessas sondagens do trecho, segundo informações locais.


Em alguns trechos os dormentes, mas nada de trilhos.