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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

IBGE: brasileiro casa mais vezes e uniões duram menos



O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registrou crescimento, na última década, da proporção de recasamentos no Brasil, ou seja, de pessoas que se casaram mais de uma vez. Em 2002, do total de casamentos, 13,4% eram de casais em que pelo menos um dos entes era divorciado; em 2012, o índice havia subido para 21,8% – o que significa um aumento de 62,7% nos recasamentos.
Em 2012, foram registrados 1.041.440 casamentos no Brasil, um aumento de 1,4% em relação a 2011. Os casamentos estão resistindo menos ao tempo: a duração média passou de 17 anos, em 2007, para 15, em 2012. Os números são da pesquisa Estatísticas do Registro Civil, divulgada nesta sexta-feira, 20, pelo IBGE.
Outra constatação do IBGE foi o aumento da idade da mulher e do homem ao se casar. Entre homens, em 2002, a idade era, em média, 26 anos; entre mulheres, era 23; em 2012, as idades foram para 28 e 25, respectivamente. Isso é reflexo do crescimento da escolaridade e da inserção no mercado de trabalho, que fazem com que os jovens casais adiem a união.
O IBGE verificou o aumento, em todas as regiões do País, da proporção de casamentos em que a mulher é mais velha do que o parceiro – o índice passou de 20,7% do total de casamentos, em 2002, para 24% em 2012. Um dado interessante é que a taxa de nupcialidade entre os homens de 60 anos ou mais é três vezes superior à das mulheres da mesma idade, o que reflete os enlaces entre senhores e mulheres mais jovens.
Divórcios
Em relação aos divórcios, houve ligeira redução. Na série histórica dos últimos dez anos, a taxa de divórcios de 2012 aparece como a segunda maior desde 2002 – 2,5 a cada mil habitantes com mais de 20 anos, ante 1,2 a cada mil. Em 2012, houve 341.600 divórcios concedidos em 1ª instância e sem recursos ou por escrituras extrajudiciais, uma redução de 1,4% em relação a 2011.
Os números da pesquisa Estatísticas do Registro Civil são referentes a nascimentos, óbitos, casamentos e divórcios registrados em 2012, e coletados nos Cartórios de Registro Civil de Pessoas Naturais, Varas de Família, Foro ou Varas Cíveis e os Tabelionatos de Notas de todo o Brasil. A divulgação é anual. Os dados são importantes para se entender a evolução populacional do País e subsidiar políticas públicas.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Brasil tem mais de 200 milhões de habitantes




A população estimada do Brasil é 201.032.714 habitantes, pelos dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referentes a junho deste ano. De acordo com o levantamento, há 7.085.828 habitantes a mais do que o registrado em julho de 2012. Os dados foram publicados nesta quinta-feira (29) no Diário Oficial da União.

São Paulo é o estado mais populoso com 43,6 milhões de habitantes, seguido por Minas Gerais com 20,5 milhões de residentes e Rio de Janeiro com 16,3 milhões de pessoas que declaram moradoras da região.

A Bahia registra 15 milhões de habitantes, o Rio Grande do Sul 11,1 milhões e o Paraná, 10,9 milhões de residentes. Em seguida aparecem Pernambuco com 9,21 milhões de habitantes, Ceará com 8,78 milhões, Pará com 7,97 milhões, Maranhão com 6,79 milhões, Santa Catarina com 6,63 milhões e Goiás com 6,43 milhões.

Com menos de 5 milhões de habitantes, estão Paraíba (3,91 milhões), Espírito Santo (3,84 milhões), Amazonas (3,81 milhões), Rio Grande do Norte (3,37 milhões), Alagoas (3,3 milhões), Piauí (3,18 milhões), Mato Grosso (3,18 milhões), Distrito Federal (2,79 milhões), Mato Grosso do Sul (2,59 milhões), Sergipe (2,19 milhões), Rondônia (1,73 milhão) e Tocantins (1,48 milhão).

A Região Norte, tem três estados com menos de 1 milhão de habitantes. Roraima é o menos populoso, com 488 mil habitantes. O Acre tem 776,5 mil habitantes e o Amapá, 735 mil.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Concurso do IBGE terá 432 vagas com salários de até R$ 9 mil


Fundação Cesgranrio foi escolhida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), para organizar o concurso que terá 432 vagas para cargos de nível médio e superior. O extrato de dispensa de licitação foi divulgado no Diário Oficial da União desta terça-feira (20). A previsão é de que o edital seja divulgado na segunda semana de setembro.
Os cargos oferecidos são de analista de planejamento, gestão e infra-estrutura em informações geográficas e estatísticas (60), que é de nível superior e conta salário inicial de R$6.728,60 (podendo chegar a R$7.085,33 com aperfeiçoamento, R$7.442,06 com mestrado e R$8.303,24 com doutorado); pesquisador de informações geográficas e estatísticas (12), de nível superior e salário inicial de R$ 7.420,38 (podendo chegar a R$7.832,40 com aperfeiçoamento, R$8.606,26 com mestrado e R$9.280,45 com doutorado); técnico em informações geográficas e estatísticas (300), que exige nível médio e tem remuneração inicial de R$3.186,10; e tecnologista em informações geográficas e estatísticas (60), que é de nível superior. Todos os valores incluem o auxílio-alimentação, de R$373.
As taxas de inscrição já estão com valores pré-definidos. Serão R$50 para técnico, R$110 para analista e tecnologista e R$140 para pesquisador. As fases contam com provas objetiva, discursiva e prática, além de análise curricular, de acordo com o cargo. A contratação será sob o regime estatutário, garantindo a estabilidade do aprovado.
 ( O Agravo)

segunda-feira, 15 de julho de 2013

IBGE contratará mais de 7 mil profissionais


Da Agência Brasil 

O Ministério do Planejamento autorizou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a contratar mais de 7 mil profissionais. A liberação foi publicada hoje (15) no Diário Oficial da União.
Segundo a publicação, a autorização dos 7,825 mil novos profissionais tem caráter temporário. Os contratos têm prazo de um ano, podendo ser prorrogados por mais dois anos.
As contratações objetivam a realização de pesquisas econômicas e sócio-demográficas. Os novos profissionais serão contratados por meio de processo seletivo simplificado. O texto destaca também que as despesas dos novos contratos autorizados serão cobertas por dotações orçamentárias do IBGE.