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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Cães percebem sentimentos como humanos, diz pesquisa



Estudo conduzido por pesquisadores da Emory University, nos Estados Unidos, aponta que o cérebro de cachorros processa emoções de forma muito similar à do cérebro de humanos. "A habilidade de sentir emoções positivas indica que cães tenham um nível de consciência comparável ao de uma criança. E essa habilidade nos sugere um repensar na forma como os tratamos", escreve o pesquisador Gregory Burns, autor da pesquisa, em editorial publicado pelo The New York Times no domingo (6). Para afirmar isso, pesquisadores realizaram mapeamentos do cérebro dos animais com escâneres de ressonância magnética por imagem. A utilização da tecnologia revelou que cães e humanos têm estrutura e funcionamento do núcleo caudado, região localizada no centro do cérebro e fundamental em processos de memorização e aprendizado, bastante parecida. No estudo, os pesquisadores mediram a atividade do núcleo caudado de cachorros enquanto percebiam um aceno de mão, seguido de uma recompensa, como um alimento. Os cães exibiram aumento na atividade da seção cerebral durante o experimento, o que revela grande similaridade com a forma como esse processo ocorre em humanos, que também registram pico de atividade no núcleo caudado ao perceber a proximidade de emoções e coisas prazerosas, como sexo e dinheiro, por exemplo. "O estudo é um espelho da mente humana", diz o professor. O pesquisador reconhece que a pesquisa não apresenta dados suficientes para afirmar que cachorros possam chegar a amar seres humanos, mas aponta que eles são animais capazes de sentir emoções
(Bahia Notícias)

sábado, 17 de agosto de 2013

Mais de 4 xícaras de café ao dia aumenta risco de morrer, adverte estudo



Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos indica que as pessoas têm um risco maior de morrer prematuramente se tomarem mais de quatro xícaras (de 250 ml) de café por dia - especialmente as com menos de 55 anos. No estudo, realizado por cientistas da Universidade da Carolina do Sul e divulgado na publicação científica 'Mayo Clinic Proceedings', a saúde de 43.727 participantes entre 20 e 87 anos de idade foi analisada por, em média, 17 anos, entre os anos 1971 e 2002. No período, foram registradas 2.512 mortes, sendo que 32% dos óbitos foram causados por doenças cardiovasculares.
Homens e mulheres com menos de 55 anos mostraram ter mais tendência à mortalidade mesmo que tivessem consumido menos café. Mas, no caso de um consumo de mais de 28 xícaras por semana, os cientistas comprovaram um aumento de mais de 50% na incidência de óbitos (56% no caso de homens), incluindo-se todas as causas de morte, em relação aos que bebiam menos café. Levando-se em conta homens de todas as idades, o mesmo consumo de café foi associado a um risco 21% maior de mortes prematuras. No entanto, os cientistas não encontraram uma associação 'estatisticamente significativa' entre número de mortes e consumo de café especificamente nos voluntários com mais de 55 anos.
(G1)